"...Deve haver alguma coisa que ainda te emocione
Um cavalo em disparada
Pijamas...nada pra fazer
Deve haver alguma coisa que ainda te emocione
Tudo guardado num banco americano
A sete chaves, o sétimo céu..."
" ...É o velho jogo: pedra, tesoura e papel
Deve haver alguma coisa que ainda te emocione
Um vinho tinto...um copo d'água
A chuva no telhado...um pôr-de-sol
Deve haver alguma coisa que ainda te emocione"
Não sei bem se é um temor, ou se já é uma auto defesa.
Mas de fato acomodar-se é um pecado.
Deixar de sonhar, de planejar, de querer mudar as coisas e fazer algo que seja diferente.
Diferentemente bom, o suficiente pra não ser acomodado o bastante pra entediar e cansar e enjoar.
Evolução, mudança, crescimento constante, não se acomodar nesse sentido. Querer mais. Ser mais.
Conquistar, diariamente, alimentar a chama da vida. Fazer queimar pra sentir o calor. E não ser uma chama vazia e fria, como é o COSTUME.
Eu posso ser excentrico demais, incomum demais, inconvencional demais.
Vai ver é por isso que ninguém consegue ser capaz de me entender ou aprender.
É muita comparação com algo que não pode ser comparado.
É como comparar um abajur com uma cama. Eles pertencem ao mesmo meio. Mas seu propósito, finalidade, intenção, definição e/ou necessidade são completamente diferentes!
Não precisa de nenhum material didático pra ensinar isso.
Aliás, só o que digo nesse texto já serve. Já basta.
Só quero evoluir e crescer como um ser de uma espécie fadada à extinção.
Aprender é importante, mas é muito mais melhor de imprescindível que, urgentemente, o coletivo aprenda.
Não adianta ajudar quem não quer ser ajudado. Charme demais, falsidade, falta de caráter, capacidade ou até mesmo vontade. Disso eu não preciso, e eu sigo meu caminho, planejando sozinho minha própria vida, acompanha quem quiser. Todo mundo é capaz. Se foi capaz de perceber a mudança de direção, a variação na distância, então certamente só necessitará de empenho para acompanhar, se for conveniente!
E quem quiser ser ajudado, assim será. Mas ficar para trás e desfalcar todo o processo apenas por um ou poucos elementos do bando sem capacidade de seguir adiante, não faz sentido.
Primeiro a gente se auto-ajuda, depois é que vem o dever coletivo. Jamais o oposto.
E, não estou só. Junto de mim há milhares outros. HUMANOS demais para serem normais.
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