sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Querem acabar comigo

Certeza que é complô.

Quando muitas coisas acontecem de uma maneira estranhamente peculiar.
Quando pessoas repetem um diálogo ensaiado, incitando alguma coisa para que a gente acredite.
Porque é o que elas querem acreditar, na verdade.
Frases feitas.
Óbvias demais.

-Clichês.


Comprovações de que a compreensão anda em baixa, demonstrando uma necessidade de se situar e se localizar, mesmo que seja desorientando o próximo.
Parafuso.


-Pitacos.


Citações conhecidas de autores conhecidos, textos 'encorajadores'.
Ao menos pra quem acredita neles.
Hipocrisia.

-  Inveja?


Julgar a partir de um ponto de vista.Um único.
Umbigos.
Vários umbigos, nenhuma alma.Nenhum cérebro realmente eficaz.
De compreender que já não são só palavras.
Ou situações.
Ou detalhes.


-Egoísmo.


Silêncio dos poucos que observam isso, e ao mesmo tempo tentam disfarçar.
Dando indiretas para quem persiste no erro.
Mostrando sutilmente que acusar os outros antes de analisar verdadeiramente a situação alheia.
É um grave erro.
Pior ainda persistir.
Repulsa.


-Vergonha alheia.



Afinal de contas eu sei quando erro, onde erro, porque erro.
Porque não admito, pra quem admito, quem merece que eu admita.
Se chama seleção.
Se chama Reciprocidade.




Reciprocidade: (latim reciprocitas, -atis)
s. f.
1. Caráter do que é recíproco.
2. Mutualidade.




 Nem eu mesmo sei porquê.

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