Ainda não descobri alguma coisa concreta, baseando-me no que escrevi. "Essa metamorfose ambulante."
domingo, 26 de julho de 2009
e com trilha sonora um tanto peculiar....
ao som de yamandú costa, olhando na tv um filme sobre um casal que desafiou a sociedade de seu tempo, casando-se.ela branca, ele negro, um sentimento que une os dois, e que é mais que aparentemente só amor. Talvez seja o amor na raiz.
Pois bem, tudo me fez pensar isso..:
Dançando, embora às vezes sem cantar
pela noite essa lâmpada
que vaga, fraca, tosca, fosca, em rosca
se escondendo na luz do luar.
com medo de se fazer notar
acompanha, pois um boêmio
que de voz, só lhe sobraram as lamúrias
grita, chora, sussurra:
"ê, garota, marota dá cá; novamente os meus dias"
Num compasso que se perdera
Jazz, blues, bossa ou chorinho
vai o sujeito, em mãos a pinga, rolando na ladeira
Chega no cais, é um marinheiro, ou policial, não sei não doutor...
"Pela cor do meu chapéu rapaz, lhe respondo pois"
"Ora sou chofer de limusine; bem, vivo na cabine"
"Veja o relógio, está 'manhecendo, vai não não me azucrine."
"Tô pilotando para quem não sei, mas foi limite de seis."
Largô da canha, aquieto a voz fanha que o sol arranha-aiá
O passo alinha, se alonga e a cama tem quiçá bom calor
"TAXI! Vê se me dê carona que eu to na lona, to sim sinhô"
"Hein, pois bem meu nego, ô só tem lugar para ouvir dor de amor."
hahaha, musicalidade? tosco demais para.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário